Angola

CPLP - Bandeiras Países - Bernardo Chissende
África, Afrodescendência, América, Angola, Ásia, Brasil, Ciência, Comunicação, CPLP, Criança, Cultura, Desenvolvimento sustentável, Diplomacia, Economia, Educação, Europa, Geopolítica, Guiné Equatorial, Guiné-Bissau, História, Ibero-África, Iberofonia, Igualdade de Gênero, Internet, Jornal, Justiça, Juventude, Mulher, Paz, Política, Portugal, Rádio, Sociedade, Tecnologia e Inovação, Turismo, Urbanismo

A CPLP no Século XXI: Entre a Herança Histórica e o Futuro Geopolítico da Lusofonia

Por: Bernardo Chissende A CPLP no Século XXI: Entre a Herança Histórica e o Futuro Geopolítico da Lusofonia A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) afirma-se, no século XXI, como uma das mais relevantes plataformas multilaterais de cooperação baseadas na língua, cultura e história partilhadas. Criada em 1996, a organização reúne nove Estados soberanos – unidos por uma língua comum falada por mais de 300 milhões de pessoas em quatro continentes, nomeadamente – África (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique e São Tomé e Príncipe); América do Sul (Brasil); Ásia (Timor-Leste) e Europa (Portugal). Uma Comunidade de Diversidade Estratégica A CPLP distingue-se por uma característica singular: a sua diversidade geográfica e cultural. De África à Europa, passando pela América do Sul e Ásia, os seus membros apresentam realidades económicas, políticas e sociais distintas. Essa heterogeneidade, longe de ser um obstáculo, constitui um activo estratégico, permitindo à organização actuar como ponte entre diferentes blocos regionais e sistemas internacionais. No plano económico, o bloco representa um potencial significativo. O Brasil destaca-se como potência emergente global, enquanto Angola assume o papel diplomático e da estabilidade no continente, bem como exerce uma importância crescente no sector energético e de recursos naturais, a par de Moçambique. Guiné Equatorial representa o único país africano hispanofalante, tendo o português como língua cooficial. Por sua vez, Portugal funciona como elo estratégico com a União Europeia, e Cabo Verde e São Tomé e Príncipe posicionam-se como plataformas logísticas no Atlântico. A Língua Portuguesa como Activo Geopolítico A língua portuguesa é o principal eixo estruturante da CPLP. Mais do que um instrumento de comunicação, ela constitui um vector de influência cultural, diplomática e económica. No contexto da globalização, o português tem vindo a consolidar-se como uma das línguas mais relevantes no hemisfério sul, com forte presença em mercados emergentes. Universidades e centros de investigação têm reconhecido o papel da língua portuguesa como ferramenta de produção científica e intercâmbio académico. Programas de mobilidade estudantil, cooperação universitária e produção de conhecimento partilhado reforçam a posição da CPLP como espaço de circulação de ideias e inovação. Cooperação, Segurança e Desenvolvimento A CPLP tem vindo a alargar o seu campo de actuação para áreas cruciais como segurança, defesa, saúde pública e desenvolvimento sustentável. Missões de observação eleitoral, cooperação técnico-militar e iniciativas conjuntas no combate a pandemias evidenciam a crescente maturidade institucional da organização. A cooperação Sul-Sul emerge como uma das dimensões mais relevantes. Países africanos lusófonos beneficiam de parcerias com economias mais robustas dentro da CPLP, promovendo transferência de conhecimento, tecnologia e capacitação institucional. Desafios Estruturais Apesar dos avanços, a CPLP enfrenta desafios significativos. A assimetria económica entre os Estados-membros, a instabilidade política em algumas regiões e a necessidade de maior integração económica continuam a limitar o seu pleno potencial. Além disso, a organização enfrenta o desafio de afirmar-se num cenário internacional cada vez mais competitivo, onde blocos regionais mais consolidados disputam influência. A necessidade de reforçar mecanismos de governança, financiamento e implementação de políticas conjuntas é crucial para a sua sustentabilidade. O Futuro da CPLP: Uma Visão Estratégica O futuro da CPLP dependerá da sua capacidade de transformar afinidades históricas em vantagens concretas. A aposta na integração económica, na inovação tecnológica, na educação, no fomento turístico a nível da comunidade e na diplomacia cultural poderá posicionar o bloco como um actor global relevante. Num mundo multipolar, a CPLP tem potencial para actuar como mediadora, promotora de diálogo e catalisadora de desenvolvimento sustentável. A consolidação de uma identidade lusófona moderna, inclusiva e orientada para o futuro será determinante para o seu sucesso. Conclusão A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa representa mais do que uma organização internacional: é um espaço de convergência histórica, cultural e estratégica. O seu impacto transcende fronteiras, oferecendo oportunidades únicas para cooperação global, produção científica e desenvolvimento humano. Para universidades, centros de pesquisa e a sociedade em geral, a CPLP constitui um objecto de estudo privilegiado – um laboratório vivo de relações internacionais, diversidade cultural e construção de um futuro comum baseado na língua portuguesa.

Esq. para Dir: Hergino Levi Mendes Paiva - Director Kulturalmente Yetu; Abraão Pharya - Artista, Frigdiano Álvaro Durántez Prados - Director Cátedra FUNIBER de Estudos Iberoamericanos e da Iberofonia; Paytto Yamale - Professor; Bernardo Chissende - Director Rede Iberoáfrica
África, Afrodescendência, América, Andorra, Angola, Ásia, Brasil, Ciência, Comunicação, CPLP, Cultura, Desenvolvimento sustentável, Diplomacia, Economia, Educação, Espanha, Europa, Geopolítica, Guiné Equatorial, Guiné-Bissau, História, Ibero-África, Igualdade de Gênero, Justiça, Juventude, Paz, Política, Portugal, Rádio, Sociedade, Tecnologia e Inovação

FUNIBER anuncia Mestrado em História, Geopolítica e Globalização da Ibero-África, Ibero-América e da Iberofonia

A Cátedra FUNIBER de Estudos Ibero-americanos e da Iberofonia, dirigida pelo renomado cientista político espanhol Dr. Frigdiano Álvaro Durántez Prados, impulsionador do pan-iberismo contemporâneo, anunciou o lançamento do Mestrado em História, Geopolítica e Globalização da Ibero-América e da Iberofonia, que incluirá uma Especialização Universitária em História da Ibero-África, do Mundo Hispânico e da Iberofonia. Os programas académicos serão ministrados em modalidade de educação à distância e serão titulados, em uma primeira fase, pela Universidad Europea del Atlántico (UNEATLANTICO), instituição espanhola de ensino superior da Rede FUNIBER. Num contexto de consolidação da Ibero-África, após a última conferência em Angola do Dr. Álvaro Durántez sobre a Iberofonia na Universidade Agostinho Neto, a Fundação Universitária Iberoamericana, através da sua Cátedra vocacionada aos estudos Ibero-Americanos e da Iberofonia, anunciou na última terça-feira 17 de Março a criação do mais recente Mestrado em História, Geopolítica e Globalização da Ibero-América e da Iberofonia. A lógica e a potencialidade derivadas da afinidade substantiva entre os dois principais idiomas ibéricos, o espanhol e o português, com profundos e numerosos elementos de natureza cultural, histórica, geopolítica e cooperativa, estão na base do espaço multinacional de países de línguas espanhola e portuguesa ‒ o chamado Espaço Pan-ibérico ou da Iberofonia ‒ que supõe uma superação da Comunidade Ibero-americana de Nações (CIN) e que corresponde, em grande medida, ao somatório desta e da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Trata-se de um conjunto multinacional que na actualidade agrupa mais de novecentas milhões de pessoas e cerca de trinta países de todos os continentes — América, África, Europa, Ásia e Oceania — constituindo o primeiro bloco linguístico do mundo e que supera um décimo da população mundial, representando, em termos ponderados, um quinto da superfície do planeta. O estudo deste espaço multinacional iberofalante emergente e a formação de especialistas e profissionais preparados para abordar esta nova realidade e seus desafios subsequentes se convertem em um imperativo académico e universitário ineludível no mundo globalizado de nossos dias. O Mestrado em História, Geopolítica e Globalização da Ibero-América e da Iberofonia, promovido pela Cátedra FUNIBER de Estudos Ibero-americanos e da Iberofonia, primeiro em seu gênero no âmbito universitário internacional, vem preencher esta lacuna. Este programa, em cuja preparação com a Cátedra colaboraram significativamente a Fundação Gustavo Bueno, centro associado da UNEATLANTICO, oferece um enfoque integral e multidisciplinar, proporcionando aos estudantes as ferramentas necessárias para analisar problemas globais, formular políticas efectivas e liderar projectos internacionais no cenário Pan-ibérico e global. Com uma sólida formação em história, geopolítica, relações internacionais e antropologia social, os graduados deste programa universitário de pós-graduação estarão preparados para exercer o ofício com sucesso em diversas áreas do âmbito internacional, com especialização no mundo hispano-falante e lusófono, com realce para o mundo Ibero-africano e com uma visão marcadamente universalista. O mestrado, de una carga lectiva de 90 créditos a serem concluídos em um período de dois anos, inclui uma Especialização em História do Mundo Hispânico e da Iberofonia, de 54 créditos, para estudantes que desejem se aprofundar no campo historiográfico do Espaço Pan-ibérico. O Mestrado em História, Geopolítica e Globalização da Ibero-América e da Iberofonia oferece um enfoque integral e multidisciplinar que cobre em profundidade aspectos fundamentais geopolíticos, históricos, contemporâneos e de prospecção do mundo hispano-falante e lusófono, atendendo igualmente a sua incidência no contexto global. Ao longo do programa, os estudantes explorarão: Fundamentos teóricos de História, Geopolítica, Relações Internacionais e Globalização – Um marco geral que proporciona as bases conceituais precisas para entender e analisar as dinâmicas do Mundo Ibérico no contexto globalizado, com especial ênfase na conformação passada e presente das Comunidades Multinacionais. História geral do Mundo Ibérico – hispano-falante e lusófono, em todos os continentes; desde a Idade Pré-hispânica à actualidade, passando pela Era dos Descobrimentos e a primeira globalização, pela Monarquia Hispânica e pelos Impérios Espanhol e Português, pela Idade Contemporânea e a articulação das actuais nações soberanas iberofalantes. Elementos identitários do Espaço Pan-ibérico ou da Iberofonia – incluindo as bases conceituais e a evolução histórica do pensamento Pan-ibérico, bem como a análise do fenómeno da propaganda anti-hispânica e da Lenda Negra. A articulação actual do Espaço da Iberofonia – assentado em todos os continentes, com especial atenção à Comunidade Ibero-americana de Nações e à Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), assim como à actual convergência e articulação do mundo hispano-falante e lusófono. Atlas Contemporâneo da Iberofonia – Uma rigorosa e extensa análise das características, dimensões e recursos dos actuais países e povos iberófonos de todo o mundo, como também de sua projecção internacional mediante sua participação nos diversos mecanismos diplomáticos e multilaterais actuais. Visão prospectiva e participativa da Comunidade Mundial Iberófona – na articulação e governança da actual globalização. Estudar-se-á como a experiência histórica e o tradicional universalismo Pan-ibérico podem contribuir a articular um mundo mais justo e equilibrado. A direção da Cátedra FUNIBER e dos novos programas de pós-graduação está a cargo do catedrático espanhol Dr. Frigdiano Álvaro Durántez Prados, académico com extenso currículo institucional e internacionalista, que apoia a articulação do Espaço Continental Ibero-Africano.  Doctor Europeus e Prêmio Extraordinário de Doutorado em Ciências Políticas pela Universidad Complutense de Madrid, é pioneiro e impulsionador da corrente contemporânea do Pan-iberismo ou Iberofonia, teoria e tendência geopolítica e cooperativa que propugna a definição e a articulação de um espaço multinacional de países soberanos e de povos de línguas espanhola e portuguesa de todos os continentes, sem excepções geográficas. Os interessados podem preencher o formulário de candidatura disponível no site da FUNIBER ou entrar em contacto com a sede da Fundação no seu país para receber aconselhamento personalizado sobre o processo de candidatura. A Rede Iberoáfrica apoia e encoraja esta iniciativa e está por dentro de todos os acontecimentos ligados ao espaço multinacional e intercontinental da Iberofonia, em prol de uma sociedade global mais justa e próspera.

(Esq), Óscar Puente Santiago - Min. Transportes Espanha; (Dir), Ricardo D'Abreu - Min. Transportes Angola
África, Angola, Comunicação, Desenvolvimento sustentável, Diplomacia, Economia, Educação, Engenharia, Espanha, Europa, Geopolítica, Política, Tecnologia e Inovação, Transportes e Infraestruturas, Urbanismo

Angola e Espanha Celebram Acordo Estratégico para a Transformação do Sector dos Transportes

  Por: Bernardo Chissende O Ministro dos Transportes da República de Angola, Ricardo Viegas D’Abreu, e o Ministro dos Transportes e da Mobilidade Sustentável do Reino de Espanha, Óscar Puente Santiago, formalizaram ontem terça-feira, dia 10 em Madrid, a assinatura de um Memorando de Entendimento (MdE) que estabelece um novo e ambicioso paradigma de cooperação bilateral. Este documento constitui o eixo central da visita oficial de dois dias do governante angolano a Espanha, assumindo-se como o instrumento jurídico e técnico fundamental para acelerar a modernização das infraestruturas e dos sistemas de mobilidade em Angola. A assinatura deste memorando transcende o protocolo de intenções, constituindo um quadro institucional robusto que viabiliza a transferência de tecnologia, o intercâmbio de competências e a mobilização de investimento especializado. O acordo foca-se na execução de projectos estruturantes, com particular incidência na expansão e integração da rede ferroviária — visando a conectividade regional e a potenciação do Corredor do Lobito — e na implementação de soluções inovadoras de mobilidade urbana sustentável, área em que a experiência espanhola é uma referência mundial. Durante o acto solene, o Ministro Ricardo D’Abreu sublinhou que este compromisso é determinante para a concretização do Plano Director do Sector dos Transportes, reforçando o papel de Angola como plataforma logística estratégica na região. Por sua vez, o Ministro Óscar Santiago reafirmou a vontade de Espanha em ser um parceiro de confiança, destacando que este novo quadro de cooperação facilitará o envolvimento directo de empresas espanholas em projectos de digitalização, segurança operacional e transição ecológica. O MdE estabelece um quadro de cooperação técnica abrangente, com uma validade inicial de cinco anos, focado na modernização integral do ecossistema de transportes angolano. O acordo prioriza o desenvolvimento ferroviário de vanguarda, abrangendo desde o planeamento de infraestruturas e terminais logísticos até à assistência em sistemas complexos de electrificação, sinalização e segurança. No domínio da aviação civil e do sector marítimo, o compromisso estende-se à gestão avançada do espaço aéreo, com recurso a tecnologias de navegação por satélite (sistemas Galileo e EGNOS), bem como à cooperação em cartografia marítima e regulação internacional. O documento dedica especial atenção à digitalização e à sustentabilidade, prevendo a implementação de sistemas inteligentes de transporte, a gestão de tráfego de drones e estratégias de adaptação às alterações climáticas. Além da vertente tecnológica, o memorando viabiliza o intercâmbio de especialistas e a formação de quadros angolanos, garantindo apoio técnico na estruturação de parcerias público-privadas e em estudos de viabilidade económica. Em declarações à imprensa no final da cerimónia, o Ministro Ricardo D’Abreu reiterou a importância estratégica desta parceria, fundamentada no prestígio de Espanha como a segunda maior potência logística da União Europeia. Destacou a “urgência na dinamização dos corredores nacionais para assegurar a eficiência das cadeias de valor e a diversificação da economia angolana”. Adicionalmente, foram identificadas oportunidades significativas para o empresariado espanhol nos sectores da indústria naval, seguros, agronegócio e indústria transformadora. O governante angolano ressaltou ainda as reformas estruturais em curso nos âmbitos macroeconómico e judicial, que visam garantir total transparência, segurança jurídica e patrimonial aos investidores internacionais. No contexto das celebrações dos 50 anos de independência de Angola, esta cooperação consolida uma relação sustentável e de benefício mútuo. A visita oficial reforça o posicionamento de Angola como um parceiro atractivo e credível, reafirmando o compromisso do Ministério dos Transportes em promover soluções modernas, sustentáveis e orientadas para o desenvolvimento económico e social do país.

África, Angola, Comunicação, Desenvolvimento sustentável, Diplomacia, Economia, Educação, Emprego, Espanha, Europa, Geopolítica, Ibero-África, Iberofonia, Política

Embaixadora de Angola em Espanha dá Conferência sobre África como Destino Incontornável para os Investidores Internacionais

Por: Bernardo Chissende   A Embaixadora Extraordinária e Plenipotenciária da República de Angola no Reino de Espanha, Sua Excelência Balbina Malheiros Dias da Silva, efectuou uma visita de dois dias de trabalho a Cidade de Barcelona, Região Autónoma de Catalunha, onde participou como oradora, na Conferência denominada “África: O Destino Incontornável para os Investidores Internacionais, realizada pelo Conselho Directivo do Centro Euro ‑ África, com sede em Barcelona. Durante a sua abordagem, na última quinta-feira, dia 5 de Fevereiro, Balbina da Silva destacou o papel central de África na transformação global, sublinhando que o continente deixou de ser apenas uma promessa para se afirmar como um espaço de crescimento real, recursos estratégicos e novas infraestruturas que o reposicionam na economia mundial. A diplomata chamou a atenção para o dinamismo de Angola, país que representa, onde reformas estruturais estão a diversificar a economia, melhorar o ambiente de negócios e atrair investimento estrangeiro. Sublinhou que Angola é hoje um destino estável, seguro e aberto às empresas espanholas e europeias. A nota dirigida à imprensa dá conta ainda que Balbina da Silva referiu que Espanha é um parceiro natural de África, destacando a capacidade tecnológica e empresarial espanhola e o trabalho da Embaixada de Angola em Madrid na promoção de missões empresariais, contactos institucionais e parcerias estratégicas. Entre os sectores com maior potencial, a embaixadora apontou a energia e transição energética, a agroindústria, o turismo, as infraestruturas e logística e as tecnologias digitais. A diplomata concluiu que investir em África é hoje uma necessidade estratégica para quem pretende crescer e diversificar, afirmando que Angola está preparada para ser uma das principais portas de entrada deste novo ciclo de desenvolvimento no continente. À margem da conferencia, Sua Excelência Embaixadora Balbina Silva manteve um encontro com o Director Geral do Centro Euro – África, Divaika Kiemba Dina e a responsável pelo Comité Científico e Membros do Comité Científico e de Especialistas dessa Entidade que tem como principal objectivo, promover e fortalecer as relações económicas, educacionais e culturais entre África e Europa. Fonte: Serviços de Comunicação Institucional e Imprensa da Embaixada de Angola no Reino de Espanha, em Madrid.  

Encuentro Empresarial Angola-España
África, Angola, Comunicação, Desenvolvimento sustentável, Diplomacia, Economia, Emprego, Engenharia, Espanha, Europa, Geopolítica, Ibero-África, Iberofonia, Política

Angola Afirma-se em Madrid como Plataforma Logística Estratégica para a Europa

Hoje, dia 8 de Fevereiro de 2026, em Mardid – Espanha, o Ministro dos Transportes de Angola, Ricardo Viegas d’Abreu, iniciou uma visita oficial de dois dias a Madrid, centrada no reforço da cooperação estratégica com Espanha e na mobilização de investimento europeu para o desenvolvimento de infraestruturas logísticas estruturantes em Angola. A deslocação arranca com a participação no Encontro Empresarial Espanha-Angola, na Câmara de Comércio de Espanha, onde Angola apresenta uma proposta clara: posicionar-se como o principal corredor logístico atlântico para a exportação de minerais críticos e para a integração económica regional da África Austral. No centro desta estratégia está o Corredor de Desenvolvimento do Lobito, assumido como um activo geopolítico e económico de primeira linha. Esta infra-estrutura liga o Porto do Lobito às zonas mineiras da República Democrática do Congo e da Zâmbia, oferecendo à Europa a rota mais curta, segura e eficiente para o acesso a matérias-primas essenciais à transição energética global. Apoiado pela iniciativa Global Gateway da União Europeia, o Corredor do Lobito projecta Angola como hub logístico regional incontornável, com impacto directo na competitividade do sector mineiro, mas também na dinamização da agricultura, da indústria transformadora e das cadeias de valor ao longo do eixo ferroviário. A intervenção do Ministro dos Transportes enquadra ainda um conjunto de projectos estruturantes que reforçam esta ambição: a Zona Franca da Barra do Dande, a Cidade Aeroportuária de Icolo e Bengo e o Terminal de Águas Profundas de Cabinda. Em conjunto, estas infra-estruturas configuram um sistema de transporte multimodal orientado para eficiência operacional, sustentabilidade e integração nos fluxos globais de comércio. O ponto alto da visita terá lugar no segundo dia, com um encontro oficial entre Ricardo Viegas d’Abreu e o Ministro dos Transportes e da Mobilidade Sustentável de Espanha, Óscar Puente Santiago. Desta reunião resultará a assinatura de um Memorando de Entendimento no domínio dos Transportes e Infra-estruturas, formalizando um quadro de cooperação técnica, inovação e modernização das redes de transporte. Este acordo permitirá alinhar a experiência espanhola nas áreas ferroviária, logística e mobilidade urbana com as prioridades estratégicas do Executivo angolano, reforçando a capacidade institucional e operacional do sector dos transportes em Angola. A delegação angolana integra a Embaixadora de Angola em Espanha, Balbina Malheiro Dias da Silva, bem como quadros seniores da Agência Reguladora de Certificação de Carga e Logística de Angola (ARCCLA) e do Ministério dos Transportes, num sinal claro do compromisso de Angola com parcerias internacionais sólidas e com a aceleração da diversificação económica nacional.   Fonte: Serviços de Comunicação Institucional e Imprensa da Embaixada de Angola no Reino de Espanha. .

Embaixadora de Angola em Espanha Assinala o 4 de Fevereiro de 2026
África, Angola, Comunicação, Cultura, Diplomacia, Educação, Espanha, Geopolítica, História, Ibero-África, Iberofonia, Jornal, Paz, Política, Reyes de España, Sociedade

Embaixadora de Angola em Espanha Assinala o 4 de Fevereiro de 2026

Por: Bernardo Chissende   No âmbito das celebrações do 4 de Fevereiro, a Embaixadora da República de Angola no Reino de Espanha, SE Balbina Malheiros da Silva, assinalou a data com uma mesnagem oficial. Na nota oficial da diplomata angolana destacam-se o sentido de patriotismo, bravura do povo angolano e a dignidade, como elementos basilares para a firmação de Angola como uma nação independente e livre, diante dos angolanos, África e do mundo inteiro. Na sua mensagem, Balbina da Silva evidencia virtudes como o heroísmo, a identidade nacional e a preservação dos valores da pátria para um futuro melhor. MENSAGEM OFICIAL DA EMBAIXADORA Por ocasião do 4 de Fevereiro de 2026 – 65.º Aniversário do Início da Luta Armada de Libertação Nacional: Senhoras e Senhores, Caros compatriotas, Hoje celebramos uma das datas mais marcantes da nossa história: o 4 de Fevereiro de 1961. Foi neste dia que um grupo de patriotas angolanos, movidos por um profundo sentido de justiça e dignidade, decidiu enfrentar o sistema colonial português. Com meios simples, mas com uma coragem extraordinária, atacaram as cadeias de Luanda para libertar presos políticos. Esse gesto heróico marcou o início da Luta Armada de Libertação Nacional e afirmou perante o mundo o direito inalienável do povo angolano à liberdade e à autodeterminação. Sessenta e cinco anos depois, em 2026, continuamos a honrar este legado com respeito e responsabilidade. O 4 de Fevereiro não é apenas uma data no calendário. É um símbolo da resistência. É um símbolo da unidade. É um símbolo da determinação que moldou a nossa identidade nacional e abriu caminho para a Independência proclamada a 11 de Novembro de 1975. Recordar o 4 de Fevereiro é revisitar o espírito que inspirou a luta. É compreender os sacrifícios que tornaram possível a construção de uma Angola soberana. E é, sobretudo, reafirmar a importância de transmitir às novas gerações o património moral e histórico que sustenta a nossa Nação. Este ano, a província de Cabinda acolhe o acto central das comemorações do 65.º aniversário. A escolha de Cabinda, território de grande relevância histórica e simbólica, reforça o compromisso do Executivo com a coesão nacional e com a valorização de todas as regiões do país. As celebrações decorrem sob o lema: “Preservando os Valores da Pátria, Honremos os Nossos Heróis.” Este lema recorda-nos que a memória histórica não é apenas um exercício de evocação. É um compromisso. É uma responsabilidade. É um dever para com aqueles que deram tudo pela liberdade de Angola. As comemorações de 2026 acontecem num contexto global desafiante. O Governo Angolano tem reafirmado o seu empenho na estabilidade macroeconómica, na diversificação da economia e na melhoria das condições de vida das famílias. Programas como o Kwenda, o Programa de Transferências Sociais Monetárias, o PIIM, e iniciativas de apoio à merenda escolar continuam a desempenhar um papel essencial na promoção da inclusão social e na proteção das populações mais vulneráveis. Caros compatriotas, Ao assinalarmos o 65.º aniversário do 4 de Fevereiro, prestamos homenagem aos heróis que, com coragem e sacrifício, abriram o caminho para a liberdade. Que o seu exemplo continue a inspirar cada angolano — dentro e fora do país — a contribuir, com sentido patriótico e responsabilidade cívica, para o desenvolvimento harmonioso, para a justiça social e para a consolidação da paz. Que o espírito do 4 de Fevereiro permaneça como farol da nossa identidade nacional. Que permaneça como guia da nossa determinação em preservar os valores da Pátria. E que inspire cada um de nós a construir, todos os dias, o futuro que desejamos para Angola. Muito obrigada. A embaixadora da República de Angola no Reino de Espanha, Balbina da Silva, apresentou, na quinta-feira, 11 de Setembro de 2025 as cartas credenciais ao Rei Filipe VI, formalizando a acreditação como representante diplomática.   

África, Angola, Comunicação, Cultura, Diplomacia, Educação, Geopolítica, História, Ibero-África, Iberofonia, Jornal, Juventude, Paz, Política, Sociedade

4 de Fevereiro: Angola Celebra a Coragem dos Heróis da Luta pela Independência

Por: Bernardo Chissende   Angola assinala hoje uma das datas mais marcantes da sua História: o 4 de Fevereiro de 1961, dia que simboliza o início da Luta Armada de Libertação Nacional contra o colonialismo português. Mais do que uma simples efeméride, esta data representa a coragem, o patriotismo e a determinação de um povo que decidiu escrever o seu próprio destino. Há 64 anos, um grupo de nacionalistas angolanos protagonizou ataques às cadeias de Luanda, com o objectivo de libertar presos políticos e reivindicar o direito à liberdade. Apesar das limitações em meios e recursos, esses actos marcaram o começo de uma resistência organizada que culminaria na Independência Nacional, proclamada a 11 de Novembro de 1975. O 4 de Fevereiro permanece vivo na memória colectiva como símbolo de bravura e sacrifício. Homens e mulheres, muitos dos quais anónimos, ofereceram as suas vidas em nome da soberania e da dignidade do povo angolano. O seu legado continua a inspirar as novas gerações a defenderem os valores da unidade, da paz e do desenvolvimento. Em todo o país, instituições públicas, organizações da sociedade civil, escolas e comunidades realizam hoje diversas actividades comemorativas, incluindo palestras, cerimónias oficiais, actos culturais e homenagens aos antigos combatentes. Estes momentos reforçam o compromisso nacional com a preservação da História e o fortalecimento da identidade angolana. Mais do que recordar o passado, o 4 de Fevereiro convida à reflexão sobre os desafios do presente e as responsabilidades do futuro. Num contexto de transformação económica e social, Angola reafirma o seu compromisso com a construção de uma nação mais justa, inclusiva e próspera, honrando o sacrifício dos seus heróis. Celebrar o 4 de Fevereiro é, acima de tudo, reconhecer que a liberdade conquistada com esforço deve ser protegida com responsabilidade, trabalho e cidadania activa. É um chamado permanente à união e ao progresso, em nome de uma Angola cada vez mais forte. O professor Feliciano Sayono, docente da Universidade Internacional do Cuanza (UNIC), no Cuito-Bié, o coração de Angola, destacou que “o 4 de Fevereiro de 1961 é muito importante porque dá lugar à luta de libertação nacional”. Apelou a todos os nacionalistas a respeitarem esta data que “tem grande significado e dá início a uma grande história para a República de Angola”. A Rede Iberoáfrica saúda o 4 de Fevereiro e rende homenagem aos heróis nacionais e reitera o seu compromisso de contribuir para uma Angola cada vez melhor.

Embaixador-Angola-Espanha-Visita-Cantabria-capa-iberoafrica
Angola, Desenvolvimento sustentável, Diplomacia, Economia, Educação, Emprego, Espanha, Europa, Ibero-África, Iberofonia, Política

Embaixador de Angola em Espanha visita a Região Autónoma de Cantábria para Fortalecimento das Relações Comerciais e Académicas

Nos dias 20 e 22 de Junho de 2024, o Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República de Angola no Reino de Espanha e Principado de Andorra, Alfredo Dombe, realizou uma visita de trabalho a dois municípios da Região Autónoma de Cantábria, designadamente, Santander e Torrelavega, para o reforço dos laços académicos e comerciais entre Angola e a parte da Região Norte de Espanha, e segundo avançou a fonte dos Serviços de Comunicação Institucional e Imprensa da Embaixada de Angola, entre os principais feitos constam o fortalecimento das relações com duas instituições espanholas da dita região, nomeadamente, a Universidad Europea del Atlántico (UNEATLANTICO) e o Grupo Armando Alvarez do sector da agricultura, alimentação e higiene. Em Santander, o Embaixador Alfredo Dombe, participou do cortejo académico e, na qualidade de Padrinho do evento, fez parte da lista de oradores da Cerimónia de Graduação da UNEATLANTICO. Com a sua principal infraestrutura em Santander, a UNEATLANTICO está ligada por convénio à Universidade Internacional do Cuanza (UNIC) – localizada na Província do Bié, permitindo aos estudantes angolanos matriculados nos programas de licenciatura, finalizar os estudos em Espanha e convalidar os créditos já cursados em Angola, assim como obter uma segunda titulação espanhola do curso, com todos os requerimentos exigidos pelos programas administrados pela União Europeia. Na Cerimónia apadrinhada pelo Embaixador de Angola, obtiveram os diplomas de licenciaturas quatro estudantes angolanos que terminaram as suas formações nas áreas de Engenharia Informática, Ciência e Tecnologia dos Alimentos, Engenharia das Indústrias Agrárias e Alimentares, Engenharia de Organizações Industriais e Nutrição Humana e Dietética. No seu discurso dirigido ao Corpo Reitor da Universidade, Professores, Formandos, amigos e familiares presentes, o Embaixador Dombe felicitou os estudantes graduados pela sua dedicação e esforço, reconhecendo o apoio fundamental das suas famílias, amigos e professores na sua jornada académica. Durante a sua alocução, Alfredo Dombe salientou a importância da aplicação dos conhecimentos adquiridos para o desenvolvimento dos seus países e para enfrentar os desafios globais, como as alterações climáticas e as desigualdades socioeconómicas, tendo sublinhado também a importância da educação, como motor do desenvolvimento e da cooperação internacional, manifestando a sua satisfação pela colaboração académica e cultural entre a República de Angola e o Reino de Espanha. Antes do encontro académico, o Embaixador de Angola que se fazia acompanhar pelas Responsáveis dos Sectores Económico e Comercial da Missão Diplomática Angolana, visitou a Sede do Grupo Armando Álvarez, principal Entidade empresarial na produção de materiais de embalagem, com especial destaque para os sectores da agricultura, alimentação e higiene. O Grupo Armando Alvarez deu a conhecer a intenção de visitar Angola, para analisar a possibilidade de entrar no mercado angolano de embalagens, devido à sua vantagem estratégica como porta de entrada para os mercados da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), da Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC), bem como de forma mais abrangente, da Zona de Comércio Livre Continental Africana (AfCFTA). No referido encontro, o Embaixador Alfredo Dombe fez uma apresentação sobre a República de Angola, como país de consumo de produtos de embalagem, assinalando não só os desafios enfrentados, mas também as oportunidades de investimento assim como os incentivos específicos e fiscais, aprovados pelo executivo angolano para promover a entrada de empresas para o sector. Ao terminar a sua explanação, o Embaixador de Angola enfatizou sobre a necessidade de contactos directos entre o grupo de investidores e a Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações (AIPEX), garantindo o apoio institucional da Missão Diplomática na concretização de uma viagem de exploração comercial, para que estes possam passar o seu conhecimento técnico a membros da praça empresarial angolana da indústria de lacticínios, bebidas, cosméticos e cuidados pessoais, saúde, petróleo e gás, transporte de produtos tóxicos, distribuidores agrícolas, pecuários e pesqueiros. O Grupo Armando Alvarez é líder na Península Ibérica, no ramo da produção e exportação de embalagens de plástico para todos os sectores, incluindo o retalhista e é composto por quase uma vintena de empresas em variados domínios de actividade.

Dia-Mundial-da-Crianca-2024-Iberoáfrica-Capa-Condomínio-Vila-Rios-Luanda
África, América, Angola, Ásia, Criança, Desenvolvimento sustentável, Educação, Europa, Iberofonia, Justiça, Juventude, Paz, Sociedade

A Iberoáfrica saúda o Dia Mundial da Criança

No dia 1 de Junho de todos os anos é comemorado o Dia Internacional da Criança, a data comemorativa é celebrada em homenagem à todas as crianças. A efeméride assinalou-se pela primeira vez em 1950 por iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU). E para assinalar esta data, o Coordenador da Comissão de Moradores do Condomínio Vila Rios, em Luanda, Garcia Domingos “Graça”, junto da sua equipa organizam uma actividade para todas as crianças do condomínio e para as crianças circunvizinhas no jardim infantil, com vista a homenagear todas as crianças e promover uma maior conscientização à sociedade sobre a importância da protecção, do amor, educação e do crescimento saudável da criança angolana. O Coordenador Garcia Domingos, destacou “sendo hoje o Dia Internacional da Criança não podíamos deixar em branco esta data tão importante, por isso, pensamos em dar a conhecer ao mundo que a Vila Rios existe e que nós valorizamos as nossas crianças, porque a criança é o determinante do futuro de um país. Todos nós para ser o que somos hoje, é porque um dia fomos crianças”, assegurou. O Sr. Graça, como é carinhosamente tratado, revelou que tomou a iniciativa e envolveu o seu elenco para a materialização do evento, e avançou que “organizamos o evento para as crianças, mas convidamos também os pais para que se juntassem à alegria dos pequenos”. O evento juntou e brindou dezenas de crianças, e durante a celebração, foram realizadas distintas actividades culturais, como a dança, a música e a poesia. Uniu-se à esta celebração a escritora e poetisa Esperança Sousa Santos, que declamou para as crianças dois poemas de sua autoria, o tema “a felicidade” e “quero ser a poetisa da noite”. O que despertou a alegria e a inspiração das criancinhas presentes, induzindo a pequena Adriana Mateus a declamar o seu poema, intitulado “há uma flor”, do autor Bernardo Chissende – há uma flor que precisa de ser irrigada… irrigada não com lágrimas, irrigada sim, com as águas poentes da paz e da vida; amada, não com um amor que faz de conta… amada sim, com um amor puro e verdadeiro… Esta flor sou eu, és tu, somos nós crianças… somos a cor de um novo céu; luz que não se pode esconder, com amor e fé vamos vencer, e o mundo vai ouvir a nossa voz… há uma flor. Em conversa com uma das crianças presentes ao evento – Adriana Neto, destacou “esta data é importante porque as crianças precisam de carinho e amor, elas precisam de se divertir e por isso, acho que as crianças merecem isto”. Quando questionada sobre o ponto mais alto do evento, compartilhou que “gostei do momento que as crianças dançavam muito e deu-me muita vontade de dançar também”. O coordenador do condomínio Vila Rios, no distrito da Sapú, em Luanda, Garcia Domingos destacou que é só possível haver amor com as crianças quando o amor começar por nós adultos. O responsável manifestou que a falta de amor para com as crianças é o reflexo da falta de amor entre os adultos, quando apelava à sociedade, “a criança para mim é uma flor, o amor começa comigo e se reflete na criança, por isso, vamos continuar com este projecto para incentivar os pais, não só do condomínio, mas todos os pais, para que tenhamos todos uma atenção especial com a criança, e isso deve ser feito todos os dias, por isso, cuidemos das nossas crianças em prol de um futuro melhor”. Em Angola, o Dia Internacional da Criança é celebrado hoje, 1 de Junho. Apesar dos esforços empreendidos pelo Governo de Angola para a protecção dos direitos da criança, não obstante, são vários os desafios com a criança em Angola. Em junho de 2011, teve lugar o V Fórum Nacional sobre a Criança, organizado pelo Conselho Nacional da Criança, a UNICEF e Parceiros Sociais, onde foram discutidos e actualizados os 11 Compromissos para a Criança, nomeadamente: 1. Esperança de Vida ao Nascer; 2. Segurança Alimentar e Nutricional; 3. Registo de Nascimento; 4. Educação da Primeira Infância; 5. Educação Primária e Formação Profissional; 6. Justiça Juvenil; 7. Prevenção, Tratamento, Apoio e Redução do Impacto do HIV/SIDA nas Famílias e Crianças; 8. Prevenção e Combate à Violência contra a Criança; 9. Protecção Social e Competências Familiares; 10. A Criança e a Comunicação Social, a Cultura e o Desporto; 11. A Criança no Plano Nacional e no Orçamento Geral do Estado. Como mensagem deste dia a pequena Adriana de 9 anos de idade rematou  – “Meus amiguinhos, desejo-vos um feliz dia da criança e que vocês estejam a passar um momento bom, espero que passem um bom dia da criança como eu passei. Não vos quero ver tristes com lágrimas nos olhos, isso vai estragar o nosso dia; então, continuem no vosso bom humor e um beijinho para todos vocês e para os vossos papás! ”. Concluiu Adriana. A Iberoáfrica deseja a todas as crianças de Angola e do mundo inteiro um Feliz Dia Mundial da Criança, com votos de uma infância saudável, segura, com muito amor, liberdade, felicidade e paz.

Não é possível copiar o conteúdo desta página

Scroll to Top