Ibero-África

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Embaixadora de Angola em Espanha dá Conferência sobre África como Destino Incontornável para os Investidores Internacionais

Por: Bernardo Chissende   A Embaixadora Extraordinária e Plenipotenciária da República de Angola no Reino de Espanha, Sua Excelência Balbina Malheiros Dias da Silva, efectuou uma visita de dois dias de trabalho a Cidade de Barcelona, Região Autónoma de Catalunha, onde participou como oradora, na Conferência denominada “África: O Destino Incontornável para os Investidores Internacionais, realizada pelo Conselho Directivo do Centro Euro ‑ África, com sede em Barcelona. Durante a sua abordagem, na última quinta-feira, dia 5 de Fevereiro, Balbina da Silva destacou o papel central de África na transformação global, sublinhando que o continente deixou de ser apenas uma promessa para se afirmar como um espaço de crescimento real, recursos estratégicos e novas infraestruturas que o reposicionam na economia mundial. A diplomata chamou a atenção para o dinamismo de Angola, país que representa, onde reformas estruturais estão a diversificar a economia, melhorar o ambiente de negócios e atrair investimento estrangeiro. Sublinhou que Angola é hoje um destino estável, seguro e aberto às empresas espanholas e europeias. A nota dirigida à imprensa dá conta ainda que Balbina da Silva referiu que Espanha é um parceiro natural de África, destacando a capacidade tecnológica e empresarial espanhola e o trabalho da Embaixada de Angola em Madrid na promoção de missões empresariais, contactos institucionais e parcerias estratégicas. Entre os sectores com maior potencial, a embaixadora apontou a energia e transição energética, a agroindústria, o turismo, as infraestruturas e logística e as tecnologias digitais. A diplomata concluiu que investir em África é hoje uma necessidade estratégica para quem pretende crescer e diversificar, afirmando que Angola está preparada para ser uma das principais portas de entrada deste novo ciclo de desenvolvimento no continente. À margem da conferencia, Sua Excelência Embaixadora Balbina Silva manteve um encontro com o Director Geral do Centro Euro – África, Divaika Kiemba Dina e a responsável pelo Comité Científico e Membros do Comité Científico e de Especialistas dessa Entidade que tem como principal objectivo, promover e fortalecer as relações económicas, educacionais e culturais entre África e Europa. Fonte: Serviços de Comunicação Institucional e Imprensa da Embaixada de Angola no Reino de Espanha, em Madrid.  

Encuentro Empresarial Angola-España
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Angola Afirma-se em Madrid como Plataforma Logística Estratégica para a Europa

Hoje, dia 8 de Fevereiro de 2026, em Mardid – Espanha, o Ministro dos Transportes de Angola, Ricardo Viegas d’Abreu, iniciou uma visita oficial de dois dias a Madrid, centrada no reforço da cooperação estratégica com Espanha e na mobilização de investimento europeu para o desenvolvimento de infraestruturas logísticas estruturantes em Angola. A deslocação arranca com a participação no Encontro Empresarial Espanha-Angola, na Câmara de Comércio de Espanha, onde Angola apresenta uma proposta clara: posicionar-se como o principal corredor logístico atlântico para a exportação de minerais críticos e para a integração económica regional da África Austral. No centro desta estratégia está o Corredor de Desenvolvimento do Lobito, assumido como um activo geopolítico e económico de primeira linha. Esta infra-estrutura liga o Porto do Lobito às zonas mineiras da República Democrática do Congo e da Zâmbia, oferecendo à Europa a rota mais curta, segura e eficiente para o acesso a matérias-primas essenciais à transição energética global. Apoiado pela iniciativa Global Gateway da União Europeia, o Corredor do Lobito projecta Angola como hub logístico regional incontornável, com impacto directo na competitividade do sector mineiro, mas também na dinamização da agricultura, da indústria transformadora e das cadeias de valor ao longo do eixo ferroviário. A intervenção do Ministro dos Transportes enquadra ainda um conjunto de projectos estruturantes que reforçam esta ambição: a Zona Franca da Barra do Dande, a Cidade Aeroportuária de Icolo e Bengo e o Terminal de Águas Profundas de Cabinda. Em conjunto, estas infra-estruturas configuram um sistema de transporte multimodal orientado para eficiência operacional, sustentabilidade e integração nos fluxos globais de comércio. O ponto alto da visita terá lugar no segundo dia, com um encontro oficial entre Ricardo Viegas d’Abreu e o Ministro dos Transportes e da Mobilidade Sustentável de Espanha, Óscar Puente Santiago. Desta reunião resultará a assinatura de um Memorando de Entendimento no domínio dos Transportes e Infra-estruturas, formalizando um quadro de cooperação técnica, inovação e modernização das redes de transporte. Este acordo permitirá alinhar a experiência espanhola nas áreas ferroviária, logística e mobilidade urbana com as prioridades estratégicas do Executivo angolano, reforçando a capacidade institucional e operacional do sector dos transportes em Angola. A delegação angolana integra a Embaixadora de Angola em Espanha, Balbina Malheiro Dias da Silva, bem como quadros seniores da Agência Reguladora de Certificação de Carga e Logística de Angola (ARCCLA) e do Ministério dos Transportes, num sinal claro do compromisso de Angola com parcerias internacionais sólidas e com a aceleração da diversificação económica nacional.   Fonte: Serviços de Comunicação Institucional e Imprensa da Embaixada de Angola no Reino de Espanha. .

Embaixadora de Angola em Espanha Assinala o 4 de Fevereiro de 2026
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Embaixadora de Angola em Espanha Assinala o 4 de Fevereiro de 2026

Por: Bernardo Chissende   No âmbito das celebrações do 4 de Fevereiro, a Embaixadora da República de Angola no Reino de Espanha, SE Balbina Malheiros da Silva, assinalou a data com uma mesnagem oficial. Na nota oficial da diplomata angolana destacam-se o sentido de patriotismo, bravura do povo angolano e a dignidade, como elementos basilares para a firmação de Angola como uma nação independente e livre, diante dos angolanos, África e do mundo inteiro. Na sua mensagem, Balbina da Silva evidencia virtudes como o heroísmo, a identidade nacional e a preservação dos valores da pátria para um futuro melhor. MENSAGEM OFICIAL DA EMBAIXADORA Por ocasião do 4 de Fevereiro de 2026 – 65.º Aniversário do Início da Luta Armada de Libertação Nacional: Senhoras e Senhores, Caros compatriotas, Hoje celebramos uma das datas mais marcantes da nossa história: o 4 de Fevereiro de 1961. Foi neste dia que um grupo de patriotas angolanos, movidos por um profundo sentido de justiça e dignidade, decidiu enfrentar o sistema colonial português. Com meios simples, mas com uma coragem extraordinária, atacaram as cadeias de Luanda para libertar presos políticos. Esse gesto heróico marcou o início da Luta Armada de Libertação Nacional e afirmou perante o mundo o direito inalienável do povo angolano à liberdade e à autodeterminação. Sessenta e cinco anos depois, em 2026, continuamos a honrar este legado com respeito e responsabilidade. O 4 de Fevereiro não é apenas uma data no calendário. É um símbolo da resistência. É um símbolo da unidade. É um símbolo da determinação que moldou a nossa identidade nacional e abriu caminho para a Independência proclamada a 11 de Novembro de 1975. Recordar o 4 de Fevereiro é revisitar o espírito que inspirou a luta. É compreender os sacrifícios que tornaram possível a construção de uma Angola soberana. E é, sobretudo, reafirmar a importância de transmitir às novas gerações o património moral e histórico que sustenta a nossa Nação. Este ano, a província de Cabinda acolhe o acto central das comemorações do 65.º aniversário. A escolha de Cabinda, território de grande relevância histórica e simbólica, reforça o compromisso do Executivo com a coesão nacional e com a valorização de todas as regiões do país. As celebrações decorrem sob o lema: “Preservando os Valores da Pátria, Honremos os Nossos Heróis.” Este lema recorda-nos que a memória histórica não é apenas um exercício de evocação. É um compromisso. É uma responsabilidade. É um dever para com aqueles que deram tudo pela liberdade de Angola. As comemorações de 2026 acontecem num contexto global desafiante. O Governo Angolano tem reafirmado o seu empenho na estabilidade macroeconómica, na diversificação da economia e na melhoria das condições de vida das famílias. Programas como o Kwenda, o Programa de Transferências Sociais Monetárias, o PIIM, e iniciativas de apoio à merenda escolar continuam a desempenhar um papel essencial na promoção da inclusão social e na proteção das populações mais vulneráveis. Caros compatriotas, Ao assinalarmos o 65.º aniversário do 4 de Fevereiro, prestamos homenagem aos heróis que, com coragem e sacrifício, abriram o caminho para a liberdade. Que o seu exemplo continue a inspirar cada angolano — dentro e fora do país — a contribuir, com sentido patriótico e responsabilidade cívica, para o desenvolvimento harmonioso, para a justiça social e para a consolidação da paz. Que o espírito do 4 de Fevereiro permaneça como farol da nossa identidade nacional. Que permaneça como guia da nossa determinação em preservar os valores da Pátria. E que inspire cada um de nós a construir, todos os dias, o futuro que desejamos para Angola. Muito obrigada. A embaixadora da República de Angola no Reino de Espanha, Balbina da Silva, apresentou, na quinta-feira, 11 de Setembro de 2025 as cartas credenciais ao Rei Filipe VI, formalizando a acreditação como representante diplomática.   

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4 de Fevereiro: Angola Celebra a Coragem dos Heróis da Luta pela Independência

Por: Bernardo Chissende   Angola assinala hoje uma das datas mais marcantes da sua História: o 4 de Fevereiro de 1961, dia que simboliza o início da Luta Armada de Libertação Nacional contra o colonialismo português. Mais do que uma simples efeméride, esta data representa a coragem, o patriotismo e a determinação de um povo que decidiu escrever o seu próprio destino. Há 64 anos, um grupo de nacionalistas angolanos protagonizou ataques às cadeias de Luanda, com o objectivo de libertar presos políticos e reivindicar o direito à liberdade. Apesar das limitações em meios e recursos, esses actos marcaram o começo de uma resistência organizada que culminaria na Independência Nacional, proclamada a 11 de Novembro de 1975. O 4 de Fevereiro permanece vivo na memória colectiva como símbolo de bravura e sacrifício. Homens e mulheres, muitos dos quais anónimos, ofereceram as suas vidas em nome da soberania e da dignidade do povo angolano. O seu legado continua a inspirar as novas gerações a defenderem os valores da unidade, da paz e do desenvolvimento. Em todo o país, instituições públicas, organizações da sociedade civil, escolas e comunidades realizam hoje diversas actividades comemorativas, incluindo palestras, cerimónias oficiais, actos culturais e homenagens aos antigos combatentes. Estes momentos reforçam o compromisso nacional com a preservação da História e o fortalecimento da identidade angolana. Mais do que recordar o passado, o 4 de Fevereiro convida à reflexão sobre os desafios do presente e as responsabilidades do futuro. Num contexto de transformação económica e social, Angola reafirma o seu compromisso com a construção de uma nação mais justa, inclusiva e próspera, honrando o sacrifício dos seus heróis. Celebrar o 4 de Fevereiro é, acima de tudo, reconhecer que a liberdade conquistada com esforço deve ser protegida com responsabilidade, trabalho e cidadania activa. É um chamado permanente à união e ao progresso, em nome de uma Angola cada vez mais forte. O professor Feliciano Sayono, docente da Universidade Internacional do Cuanza (UNIC), no Cuito-Bié, o coração de Angola, destacou que “o 4 de Fevereiro de 1961 é muito importante porque dá lugar à luta de libertação nacional”. Apelou a todos os nacionalistas a respeitarem esta data que “tem grande significado e dá início a uma grande história para a República de Angola”. A Rede Iberoáfrica saúda o 4 de Fevereiro e rende homenagem aos heróis nacionais e reitera o seu compromisso de contribuir para uma Angola cada vez melhor.

Dr. F. Álvaro Durántez Prados e o Dr. Fernando Ignacio Ondo, durante a jornada institucional entre FUNIBER e AEGLE
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Jornada Institucional entre a Cátedra FUNIBER de estudos Iberoamericanos e da Iberofonia e a Academia Ecuatoguineana de la Lengua Española

O Director de Relações Institucionais da Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) e da Cátedra FUNIBER de Estudos Iberoamericanos e da Iberofonia, Dr. Frigdiano Álvaro Durántez Prados e o representante e académico de número da Academia Ecuatoguineana de la Lengua Española (AEGLE), Dr. Fernando Ignacio Ondo, mantiveram uma jornada institucional e de trabalho na província de Guadalajara, Espanha. Uma semana depois da assinatura em Santander do convênio quadripartido entre a FUNIBER, a Universidad Europea del Atlántico (UNEATLANTICO), o Centro Internacional de Pós-graduação da Guiné Equatorial “Verónica Eyang” (CIPVE) e a AEGLE, e a assinatura do Convénio Específico de Bolsas de Estudo entre a FUNIBER e o CIPVE, o Dr. Ondo e o Dr. Durántez reuniram-se na localidade castelhana de Almonacid de Zorita, na sede do Instituto Durántez de Altomira, para planificar e aprofundar a relação entre as entidades signatárias do convénio celebrado na capital da Cantábria. Em particular, foram abordadas questões relativas à próxima implementação de uma Delegação da FUNIBER na capital da Região Continental da República da Guiné Equatorial, a cidade de Bata, a partir da qual se poderá contribuir na gestão e promoção directamente dos programas de bolsas de estudo de graduação, pós-graduação, mestrado e doutoramento oferecidos pela FUNIBER à sociedade equato-guineense através da colaboração acordada com o CIPVE e a AEGLE. Durante o encontro, o Dr. Durántez e o Dr. Ondo mantiveram uma reunião telemática com o presidente da FUNIBER, Dr. Santos Gracia Villar, na qual foram estabelecidas directrizes específicas para garantir a rapidez e a eficácia da implementação dos acordos assinados.

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Embaixador de Angola em Espanha visita a Região Autónoma de Cantábria para Fortalecimento das Relações Comerciais e Académicas

Nos dias 20 e 22 de Junho de 2024, o Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República de Angola no Reino de Espanha e Principado de Andorra, Alfredo Dombe, realizou uma visita de trabalho a dois municípios da Região Autónoma de Cantábria, designadamente, Santander e Torrelavega, para o reforço dos laços académicos e comerciais entre Angola e a parte da Região Norte de Espanha, e segundo avançou a fonte dos Serviços de Comunicação Institucional e Imprensa da Embaixada de Angola, entre os principais feitos constam o fortalecimento das relações com duas instituições espanholas da dita região, nomeadamente, a Universidad Europea del Atlántico (UNEATLANTICO) e o Grupo Armando Alvarez do sector da agricultura, alimentação e higiene. Em Santander, o Embaixador Alfredo Dombe, participou do cortejo académico e, na qualidade de Padrinho do evento, fez parte da lista de oradores da Cerimónia de Graduação da UNEATLANTICO. Com a sua principal infraestrutura em Santander, a UNEATLANTICO está ligada por convénio à Universidade Internacional do Cuanza (UNIC) – localizada na Província do Bié, permitindo aos estudantes angolanos matriculados nos programas de licenciatura, finalizar os estudos em Espanha e convalidar os créditos já cursados em Angola, assim como obter uma segunda titulação espanhola do curso, com todos os requerimentos exigidos pelos programas administrados pela União Europeia. Na Cerimónia apadrinhada pelo Embaixador de Angola, obtiveram os diplomas de licenciaturas quatro estudantes angolanos que terminaram as suas formações nas áreas de Engenharia Informática, Ciência e Tecnologia dos Alimentos, Engenharia das Indústrias Agrárias e Alimentares, Engenharia de Organizações Industriais e Nutrição Humana e Dietética. No seu discurso dirigido ao Corpo Reitor da Universidade, Professores, Formandos, amigos e familiares presentes, o Embaixador Dombe felicitou os estudantes graduados pela sua dedicação e esforço, reconhecendo o apoio fundamental das suas famílias, amigos e professores na sua jornada académica. Durante a sua alocução, Alfredo Dombe salientou a importância da aplicação dos conhecimentos adquiridos para o desenvolvimento dos seus países e para enfrentar os desafios globais, como as alterações climáticas e as desigualdades socioeconómicas, tendo sublinhado também a importância da educação, como motor do desenvolvimento e da cooperação internacional, manifestando a sua satisfação pela colaboração académica e cultural entre a República de Angola e o Reino de Espanha. Antes do encontro académico, o Embaixador de Angola que se fazia acompanhar pelas Responsáveis dos Sectores Económico e Comercial da Missão Diplomática Angolana, visitou a Sede do Grupo Armando Álvarez, principal Entidade empresarial na produção de materiais de embalagem, com especial destaque para os sectores da agricultura, alimentação e higiene. O Grupo Armando Alvarez deu a conhecer a intenção de visitar Angola, para analisar a possibilidade de entrar no mercado angolano de embalagens, devido à sua vantagem estratégica como porta de entrada para os mercados da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), da Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC), bem como de forma mais abrangente, da Zona de Comércio Livre Continental Africana (AfCFTA). No referido encontro, o Embaixador Alfredo Dombe fez uma apresentação sobre a República de Angola, como país de consumo de produtos de embalagem, assinalando não só os desafios enfrentados, mas também as oportunidades de investimento assim como os incentivos específicos e fiscais, aprovados pelo executivo angolano para promover a entrada de empresas para o sector. Ao terminar a sua explanação, o Embaixador de Angola enfatizou sobre a necessidade de contactos directos entre o grupo de investidores e a Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações (AIPEX), garantindo o apoio institucional da Missão Diplomática na concretização de uma viagem de exploração comercial, para que estes possam passar o seu conhecimento técnico a membros da praça empresarial angolana da indústria de lacticínios, bebidas, cosméticos e cuidados pessoais, saúde, petróleo e gás, transporte de produtos tóxicos, distribuidores agrícolas, pecuários e pesqueiros. O Grupo Armando Alvarez é líder na Península Ibérica, no ramo da produção e exportação de embalagens de plástico para todos os sectores, incluindo o retalhista e é composto por quase uma vintena de empresas em variados domínios de actividade.

De esquerda à direita: Fernando Ignacio Ondo Ndjeng , Presidente do CIPVE; Rubén Calderón, Reitor da UNEATLANTICO; F. Álvaro Durántez, Director de Relações Institucionais da FUNIBER
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FUNIBER e UNEATLANTICO firmam convênio de colaboração com o Centro Internacional de Pós-graduação da Guiné Equatorial e a Academia Ecuatoguineana de la Lengua Española

A Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) e a Universidad Europea del Atlántico (UNEATLANTICO) firmam um convênio de colaboração com o Centro Internacional de Pós-graduação da Guiné Equatorial “Verónica Eyang” (CIPVE) e a Academia Ecuatoguineana de la Lengua Española (AEGLE). O Director de Relações Institucionais da FUNIBER da Cátedra FUNIBER de Estudos Iberoamericanos e da Iberofonia, Frigdiano Álvaro Durántez Prados, o Reitor Rubén Calderón Iglesias, e Fernando Ignacio Ondo Ndjeng Afang, Presidente do CIPVE e académico de número da AEGLE, oficializaram este acordo que tem como objectivo principal fortalecer e desenvolver programas académicos, científicos e culturais, assim como o intercâmbio de docentes e profissionais entre as instituições signatárias. O convênio sublinha o compromisso partilhado pelas quatro entidades na promoção do conhecimento e no reforço dos laços entre os países de língua espanhola. Através deste acordo, procura-se também valorizar a identidade e a dimensão africana, especialmente a equato-guineense, dentro do Espaço multinacional da Iberofonia mediante a difusão da cultura hispânica e da língua espanhola. As áreas de colaboração incluem o desenvolvimento de projectos de cooperação nacional e internacional, a difusão de programas académicos de graduação, pós-graduação, mestrado e doutoramento na Guiné Equatorial e a organização de conferências, cursos e reuniões conjuntas. Além disso, será dada especial ênfase à formação de professores de espanhol como língua estrangeira, promovendo uma poderosa oferta educativa para o continente africano. Da mesma forma, o acordo também estipula a criação de um escritório de representação da FUNIBER nas instalações do CIPVE em Bata, Guiné Equatorial, para facilitar a gestão de bolsas de estudo e programas académicos dos quais os alunos e estudantes equato-guineenses podem beneficiar. Este acordo visa igualmente promover o progresso cultural, económico e social através da cooperação e do intercâmbio de conhecimentos entre as instituições signatárias. Além disso, consolida uma aliança estratégica que promete grandes benefícios para os âmbitos educativo e cultural dos países hispanofalantes. Acordo específico entre a FUNIBER e o Centro Internacional de Pós-graduação da Guiné Equatorial Por sua vez, os representantes da FUNIBER e do CIPVE assinaram um acordo bilateral específico destinado à formação a distância em mais de oitenta programas académicos de pós-graduação, incluindo especialidades, mestrados e doutoramentos, com ênfase na qualificação de professores em linguística aplicada ao ensino do espanhol como língua estrangeira. Esta medida promoverá, a partir da Guiné Equatorial, a criação de uma poderosa oferta de ensino da língua espanhola para todo o continente africano, um objectivo estratégico no âmbito da Iberofonia.

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Professora Ana Clara Guerra Marques Concede entrevista à Iberoáfrica na Arena das Artes 2024 do CEARTE

Em alusão à realização da arena das artes do Instituto Politécnico Superior de Artes afeto ao Complexo das Escolas de Artes (CEARTE) Nº 9011; sob o lema “nós, as artes e o meio ambiente no centro”, a Rádio Iberoáfrica entrevistou a renomada pesquisadora angolana, docente e fundadora da Companhia de Dança Profissional Angolana (CDC Angola), Ana Clara Guerra Marques, que foi homenageada pelos seus anos dedicados à dança e à formação artística em Angola. O Festival Arena das Artes – CEARTE 2024, que decorre de 28 a 31 de Maio, é organizado pela direcção da instituição e tem como objectivo a demonstração das competências humanas, artísticas, pedagógicas e profissionais de professores e alunos do CEARTE, por outro lado, o Festival visa homenagear todos profissionais que tiveram um papel fundamental na história e no desenvolvimento da instituição bem como nas artes e na cultura de Angola. E no primeiro dia do Festival a homenageada foi a professora Ana Clara, uma das principais precursoras do CEARTE, cuja relação com a instituição data desde 1975. A Dra. Ana Guerra Marques foi a mentora para a área da dança da instituição e a primeira Directora da mesma, enquanto Escola Nacional de Dança em 1978, por indicação do poeta António Jacinto do Amaral Martins (com pseudónimo Orlando Távora), na altura Ministro da Cultura (1975-1978). A ela se deve a criação e a defesa do ensino profissional da dança em Angola, ao assumir em 1978, a direcção da única escola de dança existente no país. Com os alunos da escola, Ana Guerra Marques funda, em 1991, a CDC Angola. Na sua primeira entrevista à Iberoáfrica, destacou: Depois de sensivelmente cinco décadas, que significado tem para si esta homenagem? – Este momento traduz a minha história com o CEARTE, comecei a dirigir a escola em 1978, após a saída da professora responsável pelo curso, quando era aluna da escola, e fiquei dirigindo a Escola Nacional de Dança por indicação do antigo Ministro na altura, o poeta António Jacinto, que não se compadeceu com os meus argumentos, pois era muito jovem; todavia, com o tempo fui percebendo a importância que era de eu estar naquele lugar, ou seja, eu poder desenvolver o ensino artístico que eu tinha começado enquanto criança, pois, desde pequena já sabia que ser bailarina era uma profissão. E, portanto, começar isso de novo no nosso país, um país novo que acabava de conhecer a independência. E assim fui batalhando, fui continuando, desenvolvi o melhor que eu podia, dentro das condições que o país permitia, com a ajuda de professores de fora que vinham cá de vez em quando. Depois chegou uma altura que fui formar-me em dança, fiz a minha licenciatura e o meu mestrado, e em realidade eu olho para trás, e vou ser muito sincera, eu sou mesmo muito transparente – eu não posso dizer que esteja feliz, contente 100%, porque se se tivesse apostado nas artes, no ensino da dança por exemplo, nós nesta altura teríamos várias gerações de bailarinos, coreógrafos, professores de dança e esta escola teria um nível muito mais alto, já teríamos um ensino superior, ou seja, eu acho que não houve um investimento estatal suficiente no ensino das artes. E nós vemos por aqui, tantos anos depois, temos somente uma companhia profissional, temos uma escola que se debate com todo o tipo de dificuldades e mais alguma, temos alunos que precisam de muito mais, precisamos de bons professores – de níveis técnicos mais elevados, equiparados alunos de nível médio com outros de outras formações, por exemplo; mas os alunos têm um nível muito abaixo daquilo que é preciso ter… esta é a verdade, ou seja, a culpa não é dos alunos, não é dos professores, a culpa não é da instituição, há realmente um compromisso, uma obrigação grande que não está a ser devidamente assumida por parte das estruturas estatais, governamentais, que têm que olhar para esta Escola porque é uma Escola Estatal. É preciso que os professores tenham a formação certa para poderem ensinar e não basta ter licenciatura ou mestrado, tem que o ter naquela área, no caso, música, dança, teatro, por exemplo. Como nós sabemos, qualquer área artística é uma área do saber, por isso, há doutoramentos e pós-doutoramentos em dança, música, teatro, etc. em suma, a instituição não é aquilo que eu sonhei um dia, quando comecei muito jovem, cheia de ideias, de perspectivas. Passaram-se muitos anos e eu continuo a fazer o meu trabalho de investigação e sobretudo continuo a criar com os meus bailarinos, como coreógrafa, e, portanto, continuo a fazer este trabalho criativo, de partilhar com o público, de intervir para a mudança da sociedade através das peças que nós fazemos. E olhar para esta legião fantástica de bailarinos que eu formei na companhia, que estão sempre dispostos, que são realmente profissionais, isto é o que me faz perceber como foi importante tudo isto. Nós dançamos fora de Angola e o nosso país através da companhia é aplaudido em pé. Que tipo de apoios a companhia que dirige tem recebido a nível ministerial ou governativo? – Como já mencionei, o nosso país através da CDC Angola é aplaudido em pé lá fora, porém, é uma companhia que não tem apoio, é uma companhia que está abandonada pelo Ministério de tutela, mas nós temos uma grande força – que é sermos profissionais, e isso vincula-nos ao nosso trabalho e ao cumprimento desta missão, que é contribuir fortemente para o desenvolvimento da dança profissional, intelectual de Angola. Há mais de 49 anos, a seu ver qual é o caminho que deve ser trilhado para que Angola esteja ao nível dos países que se desenvolveram e se destacam na área das artes? Considerando que uma sociedade não se faz apenas com médicos, militares e engenheiros, mas, e sobretudo com artistas, escritores e intelectuais. – Os artistas, escritores e os intelectuais, isso aí… este é que é o coração das sociedades… Como tu disseste e muito bem, sabes… se não temos professores licenciados

Angolanos participam no Filme Espanhol-A fuga-Rádio-Iberoáfrica-Capa
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Angolanos participam no Filme Espanhol “A fuga”

“A fuga”, a primeira longa-metragem de Tuti Fernández, defende que não há idade para aproveitar as oportunidades, mesmo que isso signifique romper com o que está estabelecido. É a ideia que fica na cabeça do espectador ao terminar de assistir “A fuga”. Os actores vivenciaram a aventura das suas personagens. Um elenco sénior, o facto de viajarem para Angola para filmar aquele que para muitos é o filme mais importante das suas carreiras, e de um grande impacto. Interpretado pelo irlandês (espanhol por adopção) Declan Hemp, de 61 anos. Em código de humor e sempre levando as coisas um pouco ao extremo, como é de regra na comédia conta a história de um trompetista de jazz (Mike Blow, interpretado por Hemp) que acaba em uma casa de repouso especializada em música. A maioria deles são glórias aposentadas da música clássica que passam seus últimos dias jogando bingo. Um grupo de idosos, todos músicos aposentados, após anos de turneês e sucesso ao redor do mundo, passa os seus últimos dias em uma casa de repouso. A tranquilidade é quebrada no dia em que Mike Blow, um excêntrico músico de jazz com Alzheimer, chega à residência. Um telefonema e um engano são o gatilho para um plano. Mike irá convencê-los a fugir de lá e embarcar numa viagem para África para encontrarem com uma orquestra de crianças de rua em Angola. A viagem mudará para sempre a vida de todos eles. Toda gravação do filme foi possível graças aos esforços de toda a equipa técnica e artística e, sobretudo, à colaboração das Embaixadas de Angola em Espanha e da Embaixada de Espanha em Angola, bem como da companhia aérea angolana TAAG e do Instituto de Cinema Angolano. Tuti Fernández apontou que filmar em Angola foi uma experiência inesquecível. “Tivemos um elenco maravilhoso de actores angolanos e parte da equipa técnica e de produção também era residente em Luanda”. Ressaltou o prazer de filmar tanto em Luanda como na desembocadura do Rio Kwanza, proporcionando imagens fantásticas, além de partilhar dias de filmagem na Escola Kaposoka, acolhidos por Pedro Fançony e sua equipa. “As crianças da escola desempenharam um papel maravilhoso”. Tuti Fernández falou com muito carinho sobre as crianças da escola de música Kaposoka, a forma em que está estruturada para ensinar as crianças. E relembra que conheceu a escola há anos, através do produtor Manuel Serrano, e decidiu contar a história de duas gerações, idosos e crianças e de duas culturas, a espanhola e a angolana, unidas através da música. “Estas duas gerações e culturas diferentes aprenderão uma com a outra na nossa história”. O lançamento do filme em Espanha foi no passado dia 10 do corrente mês e ano. Mas, antes do lançamento comercial, o filme foi seleccionado em festivais da Espanha, Estados Unidos, Canadá, México. Em vários destes festivais foi premiado com reconhecimento de melhor filme e elenco artístico. Sobre a estreia em Angola e perspectivas do filme, salientou que “de momento o filme está nas mãos de uma das mais importantes distribuidoras espanholas chamadas – A Contracorrente”. Actualmente é exibido exclusivamente nos cinemas Verdi de Madrid e “esperamos que tenha sucesso suficiente para ser exibido em outros países e continentes. Esperamos poder estreá-lo em algum momento em Angola, para que os actores que nele participaram e a equipa técnica possam desfrutar da sua história na tela grande”, concluiu. Sobre o elenco, talvez o caso mais eloquente e divertido seja o da actriz Bel Orfila, de 83 anos. Na primeira noite que a equipa passou em Angola, Sergio Pazos (59 anos) e Declan Hemp não quiseram perder a oportunidade de visitar uma discoteca local. Ao apresentarem o seu plano ao restante do elenco, Orfila disse a frase-chave: “Estou dentro”. “Ela saiu conosco às onze da noite e fomos a uma boate”, lembra Declan. “Éramos dois homens de 50 e 60 anos e uma senhora de 83. “Em todos os momentos estive atento para cuidar dela, para procurar mesa. E nos divertimos muito. Outros preferiram ficar no hotel, mas ela era a primeira a se alistar para tudo”.

Dia de África 2024 Rádio Iberoáfrica
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Rádio Iberoáfrica Celebra o Dia de África com realização de eventos culturais

No dia 25 de Maio de 1963, os Líderes dos Estados Africanos descolonizados, reunidos em Addis Abeba – Etiópia, criaram a Organização de Unidade Africana (OUA); esta por sua vez, teve como objectivo principal a unidade africana em prol da descolonização do resto do continente, bem como na resolução de conflitos regionais subsequentes. Foi no dia 25 de Maio de 1972 que a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu a data como o Dia de África, inicialmente nomeado Dia da Libertação de África. Em 2002 os Líderes Africanos membros da OUA substituem o nome por União Africana (UA). E para assinalar esta data tão importante para África e para o mundo, a Rádio Iberoáfrica realiza uma série de eventos culturais para os africanos e todos os afrodescendentes no mundo inteiro. Para assinalar a efeméride, a Rádio Iberoáfrica realiza diferentes eventos culturais em distintos pontos da cidade de Luanda, como o Iº Festival África Sabores, Cores e Cultura, o tão aclamado programa de televisão Iberófono e Afrodescendente Yetu Song desenvolvido pela Rede Kulturalmente Yetu (KY) em pareceria com a Gudesom e tem como rosto o prestigiado apresentador e artista Bern Chissende. E para a materialização destas actividades a Rádio Iberoáfrica e o Kulturalmente Yetu juntaram-se a parceiros estratégicos como o Shopping Popular – Camama, Gudesom, STA ANGOLA, Audiometragem e renomados artistas africanos. Feira Ibero-Africana de Artesanato: O principal artesão da Feira Ibero-Africana de Artesanato, João Kalomo é artesão há mais de 20 anos, e destaca a importância do artesanato na preservação da história e da cultura africana, defendendo que “é importante que tanto as gerações presentes como as gerações porvindouras conheçam a nossa história e a nossa identidade, por isso, o artesanato é uma forma de expressão artística que dá esse realce.” E quando questionado sobre a sua principal motivação, o artesão africano Kalomo argumentou, “a cultura não deve morrer, recebemos dos nossos antepassados esta riqueza e queremos passá-la às futuras gerações para que a nossa história permaneça viva”. Kalomo retrata nas suas obras o imbondeiro, como símbolo da resistência, a resiliência e o amor da mãe africana, bem como figuras místicas de África e outras obras que espelham a história e a cultura Ibero-Africana. Gastronomia: No festival foram apresentados os principais pratos típicos africanos. Foram igualmente expostos projectos com propostas inovadoras no ramo da culinária, como a introdução de pratos, sabores e ritmos que combinam a gastronomia africana com sabores de países ibero-americanos. Música ao Vivo: Para o encerramento do Festival foi estreado o Yetu Song, um programa Kulturalmente Yetu, sob o comando do apresentador Bern Chissende. Yetu Song tem apoio à realização da Gudesom, é um programa inovador desenvolvido para o fomento e articulação cultural de artistas, produtores, pesquisadores e todos os profissionais e agentes da indústria cultural do espaço multinacional e intercontinental da Iberofonia e Afrodescendente. O programa divulgou músicas ao vivo em línguas africanas, obras inéditas dos cantores Paytto Yamale, com o tema “Mama África” e Abraão Pharya, que apresentou a canção “Ulamba”. O 25 de Maio é uma ocasião especial para reflectir sobre as conquistas e desafios do continente africano. Neste sentido, é importante destacar a Agenda 2063 da União Africana (UA), um roteiro estratégico criado para impulsionar o desenvolvimento socioeconómico e a integração de África ao longo de um período de 50 anos, 2013-2063. Com a realização destes eventos, a Rádio Iberoáfrica evidencia a relevância da efeméride e promove a cultura da paz e do entendimento, através da valorização da identidade cultural africana, como factor de unidade dos africanos sem exclusão dos afrodescendentes. Segundo a Directora da Revista Iberoáfrica, Solange Chissende, “um dia como este deve necessariamente remeter-nos à uma celebração que englobe todos os filhos de África, os afrodescendentes espalhados pelo mundo, e com palavras de irmandade lembramos desde Angola as suas raízes com saudações calorosas e fraternas”. Com a celebração do Dia de África, a Rádio Iberoáfrica apoia os esforços para o desenvolvimento sustentável, para que todos os africanos tenham a oportunidade de atingir o seu pleno potencial, contribuindo assim para “A África que queremos”. A Rádio Iberoáfrica deseja a todos os africanos um feliz Dia de África, na certeza que todos nós somos parte de um todo.

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